talvez eu pudesse enfeitar a sala. abrir as janelas. trocar as cortinas. preparar a cama e o teu jantar. soltar o cabelo. quem sabe usar outras caras. assumir-me noutro nome. escrever recados em papéis coloridos, noutras línguas, espalhá-los pelo quarto. usar aquele vestido leve, branco, florido – com a simplicidade que tu gostas. aceitar o teu amor como venha. ou simplesmente trancar a casa e sumir.

2 comentários:

anatcat disse...

o tramado aqui é a palavra "talvez"

quem ama, quem sente, teima sempre em acreditar na dúvida, numa nova chance

bjs bjs

Sentir disse...

É isso Ana,

é nunca saber se o não ou tampouco ter a certeza que o sim, é a melhor opção.