Chuvas de março

Chuva morna, chuva de verão. Borbulha de árvores e arbustos. Oh! Como é bom e cheio de benção. Uma vez mais sonhar de verdade! Quanto tempo fiquei aqui fora, quão estranha essa sensação: Habitar a própria alma, o estranho, sem atração. Nada quero, nada peço. Baixinho cantarolo sons de criança. E, surpreso, chego ao berço dos sonhos quentes de folgança. Coração, como estás machucado. Porém feliz, remexendo cegamente, Nada pensar, nada saber, respirar e sentir, somente. Chuva Hermann Hesse em Wanderung

Um comentário:

Sombra disse...

A chuva faz imensa falta, em Portugal esta ultima semana a minha região foi inundada de chuva. Beijinhos para ti ***