Não somos aparelhos de objetivar e registrar, de entranhas congeladas. Temos de continuamente de parir nossos pensamentos em meio a nossa dor. Dando-lhes maternalmente todo sangue, coração, fogo, prazer, paixão, tormento, consciência, destino e fatalidade que há em nosso viver. Viver isto significa para nós transformar continuamente em luz e flama tudo o que somos e também tudo que nos atinge. Não podemos agir de outro modo.

Nietzsche

Um comentário:

Tiago F. Moralles disse...

Se não podemos não podemos.
Pronto.